Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
São Valentim

Ontem ainda pensei em escrever sobre o assunto, mas não me apeteceu. Não gosto grande coisa deste dia. E não, não é porque estou sozinha e estou cheia de inveja de quem não está e sou uma mal-amada e coiso e tal. Ou melhor, talvez seja uma mal-amada, mas na verdade não fico chateada porque outros estão muitos felizes e eu não. Fico ligeiramente triste por mim, afinal, quem é que não gosta de se sentir amado/a? Mas pelos outros que me parecem genuinamente felizes, fico feliz. 

 

É que este dia pode magoar alguns mais incautos que não se preparam para o embate, pois que não há sitio para onde se olhe que não esteja infestado de sinais de amor, falsos ou não, resmas de corações vermelhuscos, multidões de ursos fofinhos, rosas vermelhas e laços e gente aos beijinhos e mesas de restaurante perfeitamente decoradas em tons de vermelho e tantos e tantos outros a lembrar o assunto...lembrar o assunto a quem não tem alguém que pelo menos diga "gosto de ti". Mas tudo bem, quem tem amor também não tem culpa de que outros o não tenham. Só não gosto, e nisso não sou tolerante, de ver aqueles que raramente fazem um gesto de carinho ou dizem um palavra de amor, neste dia usarem de hipocrisia (não tem outro nome) e fazem o teatro do jantarinho, das flores, dos corações em ursos e afins. Incomoda-me. Este dia faz todo o sentido para quem demonstra o ano inteiro à sua cara-metade amor, carinho, atenção e outros substantivos que ficam bem ao amor.

 

O dia de S. Valentim está para quem não demonstra amor o ano inteiro como o Natal está para quem não acredita em Deus e mesmo assim o celebra.

 

Enfim...serei eu que estou mal. E amarga. E sozinha. E quase, quase uma ameixa seca delirante e intolerante.

 

 

 

 

 

São Valentim, (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga.

Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, alistariam-se com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem invisual, Asterias, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e milagrosamente a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

 

Retirado da wikipédia.


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 14:10
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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Concerto meditativo

Paz d' Espirito Terapias

 

Há experiências na vida que vale a pena partilhar com os outros outras nem por isso. Esta é das que vale a pena partilhar. 

 

Pela primeira vez fui a um concerto meditativo com taças tibetanas e gongos. Para ser sincera não sabia o que me esperava e muito menos quando me avisaram para levar roupa confortável. Estava de roupa confortável e não tinha buracos nas meias(), logo, achei que estava pronta para a nova experiência. Depois de lá chegar juntamo-nos todos numa sala (exactamente a que se vê ali em cima) e sentamo-nos confortavelmente num chão já coberto por almofadas e mantas, usamos algumas das mantas para nos cobrimos (sem sapatos, claro está). Depois a concertista (não sei como lhe hei-de chamar!!) apresentou-se e prometeu levar-nos em duas viagens. Depois o silêncio até que o som da primeira taça se fez ouvir...

 

Confesso que não tinha conseguido imaginar o que se sente ao ouvir aqueles sons produzidos pelas taças, pelos sinos e pelos gongos. Fechamos os olhos (eu abri algumas vezes, confesso, porque estava curiosa) e cada um de nós captou aqueles sons à sua maneira usando-os para relaxar, meditar ou apenas descansar. Eu senti-me leve, senti-me a viajar por montanhas longínquas, com cumes cobertos de neve e encostas verdejantes, e nos sopés a água cristalina de rios e riachos a borbulhar e nas suas margens pequenas e singelas flores amarelas que me ofereciam o seu perfume. Apenas a natureza, sem gente.

 

No final, os olhos pesados e uma vontade enorme de ficar ali na modorra, sem pressa para nada...apenas apreciando o momento, os amigos ao lado, o quentinho do contacto humano, ainda o som dos gongos a ecoar na mente...

 

Há experiências na vida que vale a pena partilhar e esta sem dúvida é uma delas. Se puderem, assistam, vão ver que não se vão arrepender. Eu não me arrependi e quero repetir! Em breve!

 

 

 

 


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 12:35
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Sputnik, meu amor - Haruki Murakami

 

 

Foi o meu primeiro contacto com este autor e posso dizer sem sombra de dúvida que foi uma agradável surpresa. O texto é muito fácil de ler e de compreender. A história embora aborde temas complexos relacionados com a intimidade dos seres humanos é muito terra a terra. Todos nós em algum ponto das nossas vidas já sentimos o que ele descreve. Eu diria que é uma história de amor em que Murakami acrescenta sem pudor o tema da sexualidade, da intimidade, dos desencontros e das angustias que os mesmos provocam no ser humano. Fiquei fã! :)    

 

 

 

 

sinopse

 

Narrativa on the road, ensaio sobre o desejo humano e especulação sobre o destino, o livro de Haruki Murakami é um exuberante exemplo da arte de um dos mais importantes escritores do Japão contemporâneo


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 09:43
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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
Isa

 



 


 


 


Isa não era uma menina como todas as outras. Trazia uma herança consigo no dia em que nasceu: poderes mágicos!



Isa descendia de uma longa linhagem de bruxas e feiticeiros, todos eles famosos e bastante temidos pelo comum dos mortais. Mas Isa nasceu muito diferente dos seus pais, tios, avós e bisavós…



Isa nasceu com os cabelos loiros e de olhos azuis, os mais bonitos de que já ouvi falar. Não tinha nenhuma parecença com a família, seres não muito bafejados pela beleza, todos demasiado morenos e sinais particulares como narizes aduncos, pele com verrugas e cabelos crespos. Mas ela não, a sua pele branca, quase etérea que apetecia tocar, os seus olhos azuis céu electrizante fazia-a parecer um pequeno anjo no meio de todos os outros seres com mais ou menos aspecto demoníaco.



Também por dentro Isa se revelou diferente de todos os outros. Ao contrário dos outros elementos da família, não revelou cedo o poder que detinha. Em vão os pais tentaram que ela fizesse poções venenosas, dissesse palavras mágicas, que transformasse gatos em cães e cães em gatos, que tornasse um doce salgado ou mais simples ainda que fizesse tombar copos sem tocar com as mãos ou fizesse garfos e facas dançar em cima da mesa. Até que um dia, desistiram.



Isa foi votada ao esquecimento. Os pais cobertos de vergonha por aquela filha que nada sabia fazer e ainda por cima com um aspecto angelical que os deixava sem saber onde se meter, deixaram-na à porta de uma igreja no sítio mais recôndito dos pais. Isa tinha sete anos.



O pobre padre que a encontrou quando foi abrir a porta para a primeira missa do dia, rendeu-se de imediato à sua beleza. Deu-lhe um frugal pequeno-almoço que era basicamente tudo o que tinha e tentou compreender porque a teriam ali deixado mas Isa não disse uma palavra. Olhava através do padre e fixava a sua atenção na pequena imagem de Maria, único objecto decorativo da parede que se erguia atrás o padre. Ao cabo de uns minutos o pobre homem desistiu. Deu-lhe a mão e levou-a até à igreja. Deixou-a sentada no banco da frente e disse a missa pedindo a Deus que guiasse os seus passos, que o ajudasse a perceber o que fazer com aquela menina tão estranha que lhe tinha aparecido ali à porta.



Depois da missa levou-a novamente para casa e voltou a insistir para que lhe dissesse quem era e de onde vinha, mas o resultado foi o mesmo. Nada. Nem uma única palavra. O padre não teve coragem de a mandar para um orfanato e depois de indagar pelos seus paroquianos se sabiam quem ela seria, foi ficando com ela. Angariou entre os seus fiéis algumas roupas e calçado para ela e passou a dormir na sala, cedendo-lhe assim o seu quarto.


Passaram-se dias, semanas e meses e nada de Isa falar. Nem um som. Os seus olhos vagueavam por todo o lado, mas atentos a tudo. Tocava em todos os objectos com uma delicadeza que impressionava, estudando-os, quase como se fosse cega e usasse a ponta dos dedos para ver. Crescia e estava cada dia mais bonita.



Um dia algo aconteceu que mudou o rumo da vida de todos os habitantes da aldeia. Foi um Domingo na missa da manhã. O sol ainda nem sequer tinha nascido. Isa estava sentada no banco da frente como em todos os Domingos desde que ali tinha chegado. Nessa manhã tinha uma outra pessoa sentada nesse banco. Era uma menina mais ou menos da idade de Isa que raramente saia de casa porque sofria de uma doença degenerativa e as pernas estavam a deixar de funcionar. Isa olhou-a longamente no rosto e depois para as mãos que estavam encolhidas e depois para as pernas, demasiado magras e tortas, os pés deformados dentro de uns sapatos velhos. Depois de uns momentos assim, em meditação, Isa saiu dessa espécie de contemplação e tocou ao de leve na menina. Primeiro no rosto e depois nas mãos e de seguida nas pernas. Depois encostou-se mais a ela e segredou-lhe ao ouvido:



- Olá, eu sou a Isa e tu?



Foi então que a menina começou a gritar. O padre olhou-a estarrecido e as poucas pessoas que ali estavam, incluindo a mãe da menina doente acorreram a ver o que se passava… Depois de uns momentos de confusão, em que Isa se deixou estar quieta e calada, a mãe da menina doente caiu desmaiada. Quando voltou a si, um ou dois minutos depois, tudo estava como antes. A sua filha estava curada. Nem sinais de pernas tortas ou mãos tolhidas. Nada. Perfeita. Olhou-a sem compreender. Então a menina, já um pouco mais refeita da surpresa pelo que lhe tinha acontecido, levantou uma das mãos e apontou sem qualquer problema para Isa e disse:



- Foi ela que me curou!



Foi o descalabro total, a confusão, gritinhos, toda a gente a falar ao mesmo tempo, o padre a tentar instaurar a ordem. Apenas a Isa se mantinha calada.



Na sua cabeça não compreendeu de imediato o que tinha acontecido. Saiu de mansinho e foi até à casa de uma pessoa que ela sabia que estava doente pois tinha acompanhado o padre muitos Domingos em que ele levava a Comunhão ao tal senhor que já não podia sair da cama. Tocou à porta e fez sinal como quem pergunta se podia entrar. A mulher abriu-lhe mais a porta e deixou-a passar. Isa entrou então no quarto e tocou ao de leve na cabeça do homem, depois no corpo, sempre levemente, depois fechou os olhos e no seu coração desejou que aquele homem ficasse bom. Quando os abriu ele estava a sorrir mas as lágrimas corriam-lhe pela cara… sentia-se de saúde perfeita, levantou-se da cama e pegou na Isa ao colo, abraçando-a. Quando a pousou, Isa sem dizer nada, foi até à porta…



Lá fora, quase toda a aldeia a esperava. Tinham ido atrás dela e de caminho outros se tinham juntado à procissão. Receberam-na entre clamores de admiração e suspiros de receio e respeito. Isa, um pouco assustada, foi até à beira do padre e disse-lhe ao ouvido que queria ir para casa…


O padre, feliz, ergueu os olhos ao céu e agradeceu aquele milagre em forma de menina que Deus lhe tinha posto à porta.



Depois deste outros milagres se seguiram. Isa afinal tinha verdadeiros poderes mágicos, que cresciam com ela, mas esses poderes mágicos tinham uma condicionante: só funcionavam se fossem acompanhados de verdadeiros actos de amor. E isso Isa tinha para da e vender, Isa tinha um enorme coração, cheio de amor a transbordar!


 


E, pronto, é esta a história de Isa, a pequena feiticeira de olhos azuis. Claro que não passa de ficção, de uma história que acabei de inventar, mas dou comigo a imaginar que embora ninguém tenha verdadeiros poderes mágicos, todos nós somos capazes de pequenos grandes actos de amor e que muitas vezes esses pequenos grandes actos de amor são capazes de fazer verdadeiros milagres. De fazer alguém que está triste sorrir, de fazer alguém que esta doente ficar melhor, de tornar alguém solitário menos infeliz…como por magia… Palavras, abraços, sorrisos, carícias são pequenos gestos mágicos que podem transformar a vida de alguém. Experimentem um pouco desta magia vocês mesmos. Quem sabe um dia não se tornam verdadeiros feiticeiros do amor?


 


 


Texto de ficção escrito por Cláudia Moreira para a Fábrica de Histórias



publicado por magnolia às 18:05
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011
A insustentável leveza da blogoesfera

 

 

 

 

 

Parece tudo leve, prestes a voar pelo céu aberto, como as penas mais recente dos pombos que arrulham nas praças. As amizades são efémeras, diáfanas, quase transparentes. As pessoas que chegam às nossas vidas bolgoesféricas partem tão depressa que por vezes nem temos tempo de lhes perguntar o nome... Outras há que nos marcam profundamente, mas que também elas acabam por partir, deixando tatuadas na nossa pele as saudades anónimas mas não menos dolorosas. 

 

Depois vejo as discussões (que me causam estranheza), vejo o diz-que-disse (tal e qual como numa aldeia à séria), vejo pessoas qie aparecem e desaparecem como pirilampos. Vejo também as diferenças sociais tal como na vida real e isso custa-me um pouco, porque era suposto aqui neste (pequeno) mundo virtual, os estatutos sociais não virem ao caso. Era supostomos sermos todos iguais, sem rostos, sem titulos, sem beleza fisica. Apenas um lugar onde pessoas de corpo, alma e cérebro interagem e partilham conhecimentos, sentimentos e emoções.

 

Não sei. Talvez o problema esteja em mim. Talvez eu seja uma naif incorrigivel... talvez...

  

Depois penso que sou uma blogueira com alguma sorte, porque no meio desta ligeireza de sentimentos e leveza de relacionamentos virtuais, fiz amizades importantes, que depois de transportadas para a realidade fazem todo o sentido.

Não preciso de as apontar porque elas/es sabem bem quem são.

 

Talvez afinal valha bem a pena toda esta leveza se nessa leveza encontrei um punhado de amigos que valem o seu peso em ouro...:)


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 15:42
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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
A solidão dos números primos - Paolo Giordano

 

 

Aqui está um romance que eu adoraria ter escrito... Na verdade é mais ou menos neste tom que eu costumo escrevinhar por aí...mas com menos mestria, (muito) menos talento. A história apesar de simples, é carregada de emoções, de medos, de anseios, de angustias. A solidão é dos temas que mais me toca...talvez porque eu própria sempre vivi no meio dela... Vá, leiam, leiam que vale muito a pena!!

 

 

Sinopse

 

Alice é obrigada pelo pai a frequentar um curso de esqui para ser forte e competitiva, mas um acidente terrível deixará marcas no seu corpo para sempre. Mattia é um menino muito inteligente cuja irmã gémea é deficiente. Quando são convidados para uma festa de anos, ele deixa-a sozinha num banco de jardim e nunca mais torna a vê-la. Estes dois episódios irreversíveis marcarão a vida de ambos para sempre. Quando estes "números primos" se encontram são como gémeos, que partilham uma dor muda que mais ninguém pode compreender. Ganhou o prémio Stregga e a menção honrosa do Campiello, os dois prémios literários mais importantes de Itália, e está a ser traduzido em mais de 20 países.


sinto-me: ...

publicado por magnolia às 10:26
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Final da peça

 



De mãos enterradas nos bolsos enfrentei o frio


do mar. na cara, o vento cortante


a magoar-me. na cavidade do peito, o vazio


onde ouvi o eco de um nome e de um sentimento


vão.  nas paredes nuas em ricochete


devagar. deixei-me tombar no chão em desalento


mudo. desisti de lutar por algo... patético


doloroso. quero dormir, muito, para sempre


fechar-me no meu pequeno mundo hermético


sozinha. sozinha. sozinha eu sei como viver


desde sempre. não quero que mais ninguém


me respire. não quero acordar e ver


que te foste embora sorrateiro, em surdina


não quero. não quero e nem sequer é pedir muito


acabou. que finalmente se baixe a cortina.


que nem sequer se abra para aplausos frenéticos


acabou. silêncio. apenas silêncio a ecoar no meu peito


nos nossos peitos, afinal desde sempre assimétricos...


 


 


 


 


 



publicado por magnolia às 21:59
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E é hoje!

É hoje a minha consulta na nutricionista do centro de saúde. Só estava à espera desde o dia 25-10-2010. Não é muito pois não??????  

Entretanto e por minha conta, já emagreci aquilo que vocês sabem!!

 

A ver vamos o que me diz logo!

 

 

Adenda:

 

 

Já fui e já voltei!

 

Pequenas correcções na alimentação:

 

Ainda mais água.

Nada de bolachas de aveia ( e eu que imaginava que estava a fazer bem!!!)

E fazer dois lanches completos de tarde.

 

Pequena/grande correcção na caminhada que já fazia:

 

Andar devagar(aqui fiquei mesmo surpeendida porque sempre achei que tinha era que correr, mas não, basta mesmo 45 a 60 minutos de andamento de passeio!!)!

 

E tenho que conseguir perder 5 kgs até dia 22 de Março....

 

Hummm....será!!!?!!?


sinto-me: curiosa

publicado por magnolia às 12:19
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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011
59 left...

..and counting!!

 

 

 

 

 

auto-retrato

 

 

 

Quase tudo a postos!

 

Férias marcadas para as férias da (futura) peregrina pequenina:)

 

Mochilas - check!

 

Sapatilhas - Check!

 

Roupa de caminhar -  quase quase

 

O resto vamos partilhar:)))

 


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 12:26
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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
coisas minhas

Gosto de andar descalça. Gosto de sentir o mundo vivo na planta dos pés sem nada de permeio....gosto sim!

 


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 22:06
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...e mais ainda...
Cláudia Moreira

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