Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Novidades

 

Já respiro um pouco melhor, bastante melhor até!

 

Nos últimos metros da corrida o André acelerou, somou pontos e foi admitido a exame. Das quatro negativas subiu duas e por isso é quase, quase, quase certo que passa o ano....Agora faltam os exames, já não precisa de tirar quatro a Português, precisa de manter o três de matemática... "Estás contente agora?", dirão vocês. Estou contente, mas ainda nem consegui respirar de alivio, nem dar-me a mim própria um sorriso. A pressão foi tanta que não consigo descomprimir...

Dai-me tempo, dai-me tempo...


sinto-me: olha, nem sei
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publicado por magnolia às 12:32
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Da Jane Eyre

imagem retirada da net

 

Eu já tinha visto a série duas vezes e andava atrás do livro. Encontrei-o na biblioteca, mas depois, tal como aquelas coisas inexplicáveis que nos vão acontecendo na vida, passei a encontrar referências ao livro por todo o lado. Eu "sabia" que ia gostar de ler este livro, mas agora está efectivamente comprovado. Adorei a história da Jane Eyre, mulher inteligente e emancipada, demasiado até para a época. Gostei da escrita que apesar de antiga lê-se tão bem, porque flui e enreda-nos. Gostei da história da amor. Digam o que disseram, gosto de finais felizes. Curioso é que nas histórias que imagino raramente escrevo finais felizes....humm...tenho que reflectir nisto. Bem e para terminar, aconselho vivamente a leitura deste romance de Charlotte Bronte. Deliciem-se!

 

 

 

Sinopse:

 

Jane Eyre é a autobiografia ficcional da personagem principal. Conta como Jane, órfã de pai e mãe vive infeliz em casa da tia que a detesta. Após um confronto com esta, Jane é enviada para uma escola, onde conhece os primeiros momentos de felicidade. Após seis anos como aluna e mais dois como professora, decide procurar uma nova posição. Encontra-a em Thornfield Hall, como preceptora da jovem Adèle, a pupila de Edward Rochester.

Quando finalmente conhece Rochester, apaixona-se por ele, e ele por ela. Ele propõe-lhe casamento e ela aceita. Contudo, no dia do casamento, Jane descobre que Rochester já era casado, com uma mulher chamada Bertha, que conhecera na Jamaica e que entretanto enlouquecera. Para que ninguém soubesse, ele mantinha-a escondida no sótão de Thornfield Hall. Perante isto Jane decide fugir. Após alguns dias de fome, é recolhida por St John Rivers e suas irmãs. Mais tarde vem a descobrir que não só herdou dinheiro de um tio, como os seus anfitriões são na realidade também seus primos direitos (algo que todos desconheciam). Decidida a recompensá-los, divide a herança com estes. St John Rivers decide partir como missionário e levar a prima consigo, como esposa. Jane hesita e resolve a descobrir o que se passara com Rochester (pois havia um ano que fugira de sua casa), antes de dar uma resposta ao primo.

Vem a encontrá-lo cego e ao cuidado de dois criados fiéis, pois Thornfield Hall ardera num incêndio provocado pela louca, e ele perdera a vista ao tentar salvar todos que lá viviam. Como Bertha desaparecera no fogo, Jane decide assim casar finalmente com ele.

 


sinto-me: enlevada

publicado por magnolia às 14:17
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Da Feira do Livro do Porto

Para mim...

 

 

 Para a Ana...

 

 

Para o André...

 

 

 

 

Apanhei uma grande molhadela, mas valeu a pena... pena, pena, foi ter tido pouco tempo e um budget diminuto. Enfim, a vida não é perfeita!

 


sinto-me: chateada

publicado por magnolia às 20:23
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Partiu-se


 


Partiu-se


Caiu ao chão e partiu-se em mil pedaços


Senti quando saltou do meu peito


Quando por momentos subiu acima dos meus olhos


Depois suspenso, olhou-me


Apenas uns breves instantes


Depois caiu e partiu-se


Chorei


Muito


Não sei agora como arranja-lo


Não conheço nenhuma cola especial


Nem magia que o conserte


Apanhei do chão os pedaços um a um


Carreguei-os no regaço e afaguei-os


Depois


Beijei-os


Uma lágrima caiu-lhe em cima


Ficou a marca indelével da minha dor


Nunca mais a poderei esquecer


A minha dor


Guardei os pedaços numa caixinha de seda


Rezei uma oração em despedida


Fechei-a


Guardei-a


Para sempre


Para sempre guardei meu coração.


 


 



publicado por magnolia às 15:33
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Do "Anjos e Demónios"

 

 

Nada de especial a dizer, apenas que adorava que o meu tempo rendesse tanto como o do Professor Langdon....

 

 


sinto-me: hummm

publicado por magnolia às 11:03
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Domingo, 7 de Junho de 2009
Carta a um pai

 


Pai,


 


Escrevo-te agora porque sei que já não verei a manhã nascer e não quero partir sem te dizer umas coisas que tenho guardadas dentro de mim há muito tempo.


Estou doente como deves saber pela minha mãe. Há muito que nos deixaste, mas eu penso na mesma em ti todos os dias.


Tenho saudades tuas, apesar de tudo. Tenho agora dezoito anos e já não te vejo há quatro anos. Tinha portanto catorze anos quando pela última vez olhei nos teus olhos e senti que tinha pai, mesmo que tu não fosses o pai que eu queria que fosses.


Queria acima de tudo dizer-te nestas linhas que te perdoo tudo. Não tenho mais rancor no meu coração. Já desapareceu todo com a aproximação da morte. Perdoa se vou fazer-te lembrar o que não queres lembrar, mas eu preciso de morrer em paz.


Perdoo-te o dia em que me pediste para sentar ao pé de ti e retirar todos os comprimidos das tabletes. Eu não deveria ter mais de seis anos, mas percebi bem para que eram os comprimidos. As lágrimas caiam pela tua cara e dizias coisas que para mim não faziam sentido nenhum. Pude perceber que estavas infeliz. Tinhas batido na mãe mais uma vez. Fechaste-a no quarto e sentaste-te numa cadeira na sala comigo ao lado. Tomaste todos os comprimidos e abriste a porta do quarto para que eu pudesse ir para ao pé da mãe. Sentaste-te no sofá da sala e adormeceste. Depois de algum tempo ganhamos coragem para levantar e chamar uma ambulância. Ficaste um dia no hospital e voltaste arrependido. Mas eu jamais pude esquecer aquela noite.


Também te perdoo o dia em que te vi bater na mãe tanto tanto que ela fiou com a cara toda negra e as pernas e os braços também. Puxaste tanto o cabelo dela que ficaste com cabelos nas mãos.  Ela tnha a minha pequena irmã ao colo e eu andava atarantada, tolhida de medo e de dor sem saber o que fazer, sem saber como ajudar. Durante muitas noites sonhei com isso. Eu não tinha ainda entrado na escola primária e não entendi porque o fizeste. Naquela altura não podia compreender que tinhas o coração cheio de ódio e o despejavas nas pessoas que menos mereciam. Ainda hoje, muitas vezes acordo de noite e “vejo” tudo de novo. Mas também to perdoo, e sei que a mãe também to perdoa.


Perdoo-te todas as noites de terror que passamos contigo durante anos. Perdoo-te todas as palavras más. Perdoo-te todas as atitudes machistas e autoritárias. Perdoo-te tudo pai, porque sei que neste momento se pudesses apagar esses dias apagavas, mas naquela altura não foste capaz de ver que estavas a cometer um crime. Que estavas a maltratar a tua mulher e os teus filhos. O álcool toldou-te as ideias, as tuas angústias gelaram-te o coração. E tua infância miserável transformou a tua alma em pedra.


Eu podia falar aqui de muitas outras coisas, mas o papel seria pouco e eu estou cansada. A doença levou-me as forças todas e estou a escrever a custo. Mas tinha que te dizer o que sinto e o que senti. Precisas de saber o que sofri, o porquê do meu afastamento durante estes anos, o porquê do meu aparente ódio por ti.


Pai, ainda podes ser feliz. Perdoa-te tu também.


Despeço-me com um beijo


Da tua filha que gosta de ti.


 


A carta estava junto à cama de manhã. Ela já não respirava, sucumbira á doença. O pai leu a carta e chorou durante dias. A mãe não abriu a boca para comentar. Deixou-o apenas a sentir a dor da perda da filha e das palavras duras e ao mesmo tempo bondosas da carta da filha morta.


Esta história é a história de milhares de crianças pelo mundo fora. O meu apelo é que se algum de vós tenciona ter filhos, pense bem. Pense muito bem. A história da vida não se escreve duas vezes. Não existem segundas oportunidades nestas histórias. As marcas da dor ficam gravadas a ferro e fogo e nada no mundo as apagará, por muito tempo que passe. Se alguém achar que pode cometer um erro para com uma criança e que isso não vai afectar a sua vida futura, desengane-se. Tudo afecta a vida de uma criança, um sorriso, um abraço, um estalo, uma palavra dura. São esses gestos que vão determinar a vida futura das nossas crianças, são esses gestos que vão moldar a personalidade e a sua capacidade de serem felizes. Pensem bem, pensem muito bem, é só isso que vos peço.


 


 


Texto de ficção escrito para a “Fábrica das Histórias” por Cláudia Moreira


 



publicado por magnolia às 16:33
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Expectativa

Estou de saida para a escola do André para saber novidades....desconfio que não serão boas....

 

adenda: a coisa está negra, não é impossivel de todo, mas é o grau superlativo abosluto de dificil...


sinto-me: ansiosa
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publicado por magnolia às 09:53
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
Adoro o teu blog!

 

Já viram o que me deram??? É fantástico que digam que adoram o nosso blog! Desta vez quem me mimou foi o Norberto, a Marta e a Cloudy. Um beijo grande para os três.

 

1º- Colocar o selo no blog
2º- DivBulgar as regras
3º- Confessar 5 coisas que gosto de fazer
4º- Indicar 10 blogs a quem se envia o convite
5º- Informar cada um dos bloguistas
 
 
Eu gosto de:
1 - Os meus filhos, estar com eles, olhá-los, sentir que estão comigo, é o meu maior gosto.
2 -  A minha familia, estar com eles, sentir que somos unidos e podemos dizer tudo e rir até doer a barriga!
3 - Os livros, as letras, a leitura e a escrita
4 - O mar e o pôr-do-sol, deixar-me subjugar por tanta beleza.
5 -  Passear sem destino, sem obrigação de horário ou destino.
E os 10 blogs nomeados são...
 
...ai que isto vai ser complicado...
 
não consigo encolher mais a lista....

 


sinto-me: premiada e desafiada

publicado por magnolia às 23:01
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Terça-feira, 2 de Junho de 2009
grrrrr....

Tenho sempre mil ideias para escrever, mas ultimamente, quando me sento com o pc à frente as desgraçadas desaparecem todas pelos cantos mais escurinhos da memória. Mas que chatice maria alice!


sinto-me: humpf

publicado por magnolia às 11:53
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Parabéns filha querida!

 

 

Parabéns meu amor! Que sejas imensamente feliz pela vida fora!

 

Já foi ontem, dia 31 de Maio, que a minha menina fez 10 anos, mas tive tanto trabalho com a festinha dela que nem pude vir fazer um post para ela....

 

Ela estava tão feliz...e tão linda!!!!  Está tão crescida a minha princesa...Está mesmo uma mulherzinha linda, linda, linda!!!


sinto-me: babada

publicado por magnolia às 11:10
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...e mais ainda...
Cláudia Moreira

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