Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
20...

...days non-stop and counting...

 


sinto-me: muiiiiito cansada

publicado por magnolia às 23:36
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Sábado, 11 de Abril de 2009
Boa Páscoa para todos!!!

 

 

Páscoa Feliz para todos!!!

 

 

 


sinto-me: :)
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publicado por magnolia às 09:56
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009
A soma dos dias - Isabel Allende

 

imagem retirada da net

 

Já acabei de ler este livro há algum tempo, mas ainda não tinha tido oportunidade de falar nele. Eu gosto muito de Isabel Allende e sou leitora assidua à muito tempo das suas obras. Gostei muito deste livro, não só porque ela nos abre as portas da sua vida nestas páginas mas também a sua alma. Uma alma bonita, cheia, quente, sofrida também pela morte da filha e outras coisas que foram acontecendo na sua vida. Mas acima de tudo uma mulher valente, uma grande mulher apesar de pequenina. Agora ainda tenho mais admiração por ela. Recomendo vivamente.

 

 

 

Sinopse

 

Em "A Soma dos Dias", da editora Betrand Brasil, Isabel Allende retoma a narrativa de Paula, sua primeira obra autobiográfica, relembrando os acontecimentos posteriores à perda da filha, vítima de uma doença rara. O livro é, em essência, a história de amor entre uma mulher e um homem - Allende é casada com William C. Gordon, advogado e também escritor - que, envoltos por uma grande e moderna família, venceram juntos muitos obstáculos sem perder a paixão e o humor. Além das muitas revelações íntimas e familiares, cartas, conversas e lembranças felizes e outras nem tanto, a autora traça um abrangente painel sobre a sociedade norte-americana das últimas duas décadas, do ponto de vista de uma chilena radicada na Califórnia.

 


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 14:53
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Primavera, amêndoas e roupa nova

 

Já anda o cheiro da Páscoa no ar. É porque é Primavera e o sol já deu o ar de sua graça, as campainhas brancas crescem por todo o lado e as primaveras que estão ali arrumadinhas no canto do jardim soltam o seu perfume para que ninguém se esqueça que ela já chegou. As heras cobrem os muros mais altos das quintas e as andorinhas chegam em bandos e fazem ninho nos beirais.

É engraçado como o cheiro da Primavera me desperta estas lembranças e os sons de Março me fazem recordar a minha infância…

Lembro-me bem que quando eu ainda andava de totós e faltavam ainda mais de quinze dias para a pascoa, já a minha mãe andava pela casa a falar nas limpezas. Tanto falava que alguns dias antes já estávamos fartos das ditas. Claro que a casa estava limpa, mas a Páscoa sem limpezas a fundo, sem tirar os tapetes, lavar cortinas e tudo ficar a cheirar a limpo não era pascoa! Mudávamos as colchas das camas, pintávamos as paredes cheias de humidade do inverno e esfregávamos os passeios. Havia sempre que limpar até à noite do sábado de pascoa. Eu ajudava sempre nestas lides e depois ficava a ver a minha mãe terminar a minha roupa nova, tradição desde sempre seguida lá em casa. Todos os anos tinha um vestido ou uma saia de pregas, uma camisola ou uma blusa nova, tudo feito pela mão da minha mãe, sim, que naquele tempo não havia dinheiro para ir à boutique. Depois caia para o lado ainda de cabelo molhado do banho, extenuada mas feliz. De manha como por milagre, a roupa estava pronta, a minha mãe já de pé a dar os últimos retoques nas jarras de flores cheirosas do nosso jardim. Na mesa duas velas e Jesus na cruz. Estávamos prontos para receber o compasso. Para receber o Senhor como se diz cá na terra.

O cortejo pascal vinha cedo, muito cedo, pouco depois do galo cantar e durava menos de cinco minutos. Eles entravam em alvoroço com as suas opas vermelhas, na frente, o mais velho e responsável trazia a cruz, que todos beijávamos religiosamente. Os outros atrás. Estendiam o saquinho para as moedas e depois a mão para o cumprimento pascal. Tão depressa como tinham chegado desapareciam pela rua fazendo-se anunciar por campainhas alegres e aleluias, aleluias.

Depois era hora de tomar o pequeno-almoço, nesse dia incluía pão-de-ló e doces de romaria. Ovos cozidos tingidos com casca de cebola que comíamos mais pelo prazer de os partir uns na cabeça dos outros do que de os comer. Depois disto a tradição mandava ir a casa da madrinha, receber a tradicional notinha, a rosca de pão-de-ló e a saquinha das amêndoas. A minha madrinha era a minha avó e tinha sempre a casa cheia de gente nesse dia. Era uma festa. Vinham os primos do Porto, os primos da Póvoa. Uma casa de família grande nunca está vazia e muito menos em dias de festa. Nesses dias viamos primas e primos que já não via há muito tempo. Alguns dos meus tios tinham sempre uma guloseima no bolso para nós. Também era o dia das perguntas chatas e repetitivas. Então tiraste boas notas? Então como está o teu pai? E o tradicional, estás tão grande!

Tenho boas recordações destes dias primaveris que passavam devagar. Tenho saudades de comer amêndoas até ficar com dor de barriga. Tenho saudades do cheiro das flores, do cheiro a limpo, do cheiro do assado da hora do almoço em dia de Páscoa. Tenho saudades da missa do meio-dia e da roupa nova. Tenho saudades de tanta coisa que por vezes até tenho medo de abrir o meu bauzinho das memórias antigas….

 

 

  


sinto-me: nostálgica

publicado por magnolia às 10:01
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Domingo, 5 de Abril de 2009
Mar meu...

 imagem retirada da net


 


Perco-me em ti, mar meu, de cada vez que te vejo, belo, imenso, majestoso. Deixo os meus olhos vaguearem pelo teu corpo azul celeste, deleitando-os como mulher que olha o homem que ama. E nos dias em que te vou ver ao fim do dia não sou capaz de dizer o quanto me emociona o manto dourado que te cobre. Fico muda. Quieta. Em êxtase. És meu. Tenho agora mais do que nunca, certeza disso. Por isso te chamo e hei-de sempre chamar, mar meu. Mar meu. Mar meu.


Vou ver-te de propósito para ouvir os teus conselhos murmurados nos meus ouvidos e no meu coração. A tua voz é bela, mesmo quando estás zangado. Melodiosa no seu vai e vem eterno, que me embala, que me adormece. E quando me ralhas sei que é para meu bem. Sei que ergues muitas vezes a voz para me ajudar a erguer a cabeça e a ser uma outra pessoa. Melhor. Sempre melhor. E todas as vezes te agradeço por isso. Obrigada mar meu.


Sinto tanto a tua falta, mar meu…


Falta do teu cheiro inebriante que me faz sentir plena de vida. A maresia entra nas minhas narinas e revigora-me, refresca-me, o corpo e a alma. Acorda-me, faz-me vibrar. Faz-me sentir viva, muito viva,


Cada grão de areia molhada que sinto nos pés quando caminho perto de ti me faz bem e me tranquiliza. Adoro sentir a areia molhada nos pés, por entre os dedos. Ouvir o rac rac que os meus passos provocam nos longos passeios que dou quando quero estar perto de ti, conversar contigo, desabafar as minhas mágoas, a minhas alegrias ou os meus sonhos. Faço-o sempre assim, caminhando. Parece que os pensamentos fluem melhor, se soltam como um bando de pássaros rumo ao sul.


Sinto tanto a tua falta, mar meu…


 Preciso de ti cada dia mais. Preciso da tua presença reconfortante que enche os meus dias de paz azul celeste. Como poderia eu sequer pensar em viver sem ti? A quem recorreria eu nos dias mais tristes, mais chorosos? Quem alem de ti me daria amizade incondicional e eterna? Tu e tu e sempre tu, mar meu.


Olho-te mais uma vez para reter a tua imagem para sempre. Azul, muito azul. Uma linha muito ténue te separa do céu, também azul. O sol prestes a ir embora cobre tudo com uma luz dourada e faz brilhar as tuas aguas como se estivesses vestido de milhares de diamantes lapidados e enfeitas-te de milhares de cores, impossíveis de reproduzir. És tão belo, mar meu. Quero guardar esta imagem para sempre dentro do meu coração. Vou emoldura-la com amor e vou pousa-la para sempre no cantinho preferido da minha memoria, cantinho onde guardo as melhores e mais doces recordações, este momento que jamais se repetirá. Mar meu, como és maravilhoso, como te admiro…


Sinto tanto, tanto a tua falta, mar meu. Mar meu, para sempre meu….


 


Texto de ficção para a “Fábrica das histórias”, por Cláudia Moreira


 



publicado por magnolia às 23:37
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Receita para fazer sorrisos:o))

 

Ingredientes:

 

2 crianças

1 subsidio de férias

boa vontade qb

 

 

Pega-se em duas crianças ansiosas por ver coisas novas, junta-se um subsidio de férias adiantado. Depois adicciona-se uma boa dose de boa vontade. Alguns salpicos de sacrificios da mãe. Mexe-se tudo muito bem e o resultado são sorrisos deliciosos como podem ver de seguida! 

 

 

 


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 14:32
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...e mais ainda...
Cláudia Moreira

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