Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Este...

 

 

 

...é para agradecer à Raquel do Mammy pela ajuda que me deu na mudança de cara do blog Obrigada


sinto-me: agradecida

publicado por magnolia às 21:20
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Inés de minha Alma - Isabel Allende

imagem retirada da net

 

Acabei finalmente de ler este livro, com as festas a leitura sofreu um bocadinho, e posso dizer que gostei imenso. Aliás, eu gosto muito de Isabel Allende e de todas as obras que já li dela. Mas este é sem dúvida um grande romance histórico, cheio de emoções fortes! Recomendo.

 

Sinopse:

"Com o realismo mágico de A Casa dos Espíritos e a sensualidade de Filha da Fortuna e Retrato a Sépia, Isabel Allende apresenta-nos Inés Suarez, uma mulher cheia de força e paixão que conquistou o Chile no século XVI e promete, agora, conquistar o coração dos leitores de todo o mundo.

“Suponho que colocarão estátuas minhas nas praças, e existirão ruas e cidades com o meu nome, tal como de Pedro de Valdivia e outros conquistadores, mas centenas de esforçadas mulheres que fundaram as aldeias, enquanto os seus homens lutavam, serão esquecidas.”
Inés Suárez é uma jovem e humilde costureira oriunda da Extremadura que embarca em direcção ao Novo Mundo para procurar o marido, extraviado com os seus sonhos de glória do outro lado do Atlântico. Anseia também por viver uma vida de aventuras, vedada às mulheres na pacata sociedade do século XVI.
Na América, Inés não encontra o marido, mas sim uma grande paixão: Pedro de Valdivia, mestre-de-campo de Francisco Pizarro, ao lado de quem Inés enfrenta os riscos e as incertezas da conquista e fundação do reino do Chile.
Neste romance épico, a força do amor concede uma trégua à rudeza, à violência e à crueldade de um momento histórico inesquecível. Através da mão de Isabel Allende, confirma-se que a realidade pode ser tão ou mais surpreendente que a melhor ficção, e igualmente cativante."

 


sinto-me: leitora

publicado por magnolia às 15:25
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Memórias da minha infância

nós eramos muitos mais mas não encontrei a imagem perfeita:o)

Naquela altura éramos seguramente mais de trinta. Avós, tios e tias, primos e primas. Quando chegava a primavera juntavamo-nos todos cá na terra e era uma alegria tão grande que muitas dias antes já mal dormia de ansiedade! Vinham os primos de Gaia, os primos da Póvoa e de muitos outros lugares, que é o que dá ter uma família enorme!

Eram sempre domingos estes dias de festa e que me lembre, esse dias, foram todos de sol. E ainda bem, porque estas festas consistiam em enormes pic-nics no pinhal onde se assavam sardinhas, se comia regueifa, broa e azeitonas. Também se levava pão-de-ló e ovos tingidos.

Os primos maiores arreliavam os mais pequenos e era só ouvi-los choramingar um pouco para logo de seguida correrem atrás do arreliador! Também jogávamos aos índios e cowboys. E ainda dava tempo para procurar covas de coelho e de raposa. Mas o que mais gostava era mesmo das descidas vertiginosas sentados em cima de um cartão, por uma encosta ingrime do pinhal. Muitos terminavam o dia de joelhos esfarrapados e calças rotas, mas não fazia mal, porque era demasiado divertido para darem sequer conta disso!

Quando o dia terminava e era hora de arrumar a louça, dobrar as mantas, guardar tudo dentro das ceiras de ir à feira e voltar para casa, já estávamos de orelha murcha cheios de saudades uns dos outros. Cada um voltava para suas casas e dormíamos sem sono de tão cansados que estávamos.

Tenho pena que estes dias não se voltem a repetir, mas todos nós crescemos, formamos família, alguns até já nem fazem parte deste mundo... fica a saudade, ficam as boas memórias, ficam as histórias para contar...

 

 

 

 


sinto-me: nostálgica

publicado por magnolia às 22:30
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Solidão

imagem retirada da net

 

Há dias em que a solidão magoa. Há outros que nem tanto. Há dias em que andar sozinho faz doer o coração, a alma, ou seja lá aquilo que for que temos para nos fazer sentir. Há dias em que isso nos passa ao lado e estamos felizes por estar sozinhos, sem dar satisfações, sem meias espalhadas pela casa, sem horários, sem perguntas impertinentes. Mas há dias em estarmos sozinhos é um verdadeiro suplício. Há dias em que não queremos ir passear à beira-mar porque ver os casalinhos de namorados, que passeiam de mão dadas nos deixa cheios de amargura. Há dias em que não temos vontade de assistir ao pôr-do-sol, porque não o podemos partilhar com ninguém. Há dias em que não conseguimos ir comer a um restaurante, porque nos lembra que não temos ninguém para se sentar à nossa frente numa mesa com velas acesas e taças de champanhe. Há dias que o filme que tanto queríamos ver estreou, mas não queremos ir sentar sozinhos num cinema onde todos se riem, dão as mãos e partilham pipocas. Há noites de Natal, passagem de ano, férias de verão cheias de sol. Há dias em que cumprimos sonhos e dias em que vencemos batalhas. E nestes dias a solidão pesa. Nestes dias vemos que afinal nos fazia falta uma mão carinhosa nos apertasse a mão e nos dissesse: amo-te, estou tão feliz por ti.

Eu também tenho destes dias...menos do que já tive é certo, mas ainda assim, tenho dias dolorosos, dias que a solidão me bate à porta e a deixo entrar. Dias em que um lagrimazita teimosa me desce pela cara e me dou o direito de sofrer um bocadinho com a ausência de alguém sem rosto e sem nome. Nesses dias choro tudo o que tenho de chorar e lavo a minha alma. Também é preciso às vezes lavar a alma. Limpar as tristezas acumuladas, deitar fora as amarguras, exterminar as mágoas. É para isso que servem as lágrimas.

A solidão não é sempre má, também nos pode fazer bem. Pode ajudar-nos a conhecer-nos melhor, pode ajudar-nos a descobrir quem somos, no entanto é certo e sabido que a solidão nos faz sofrer e nos rouba o sorriso do rosto, pelo menos em certos momentos da vida.

E eu…eu sou como toda a gente, tenho meus momentos de solidão amarga, e às vezes até sonho com o príncipe encantado, mas enquanto ele não chega ou mesmo se nunca vier, vou tentar conviver com ela o melhor possível…

 


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 00:20
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Parabéns meu filho!!!

Há 15 anos atrás por esta hora estava eu a deitar-me numa cama de hospital, para esperar a entrada no mundo de um rapaz de nome André

 

Eram sensivelmente 19h05 quando ele chegou, chorãozinho e esfomeado! Entretanto deixou de ser chorão...quando ao esfomeado já não digo nada! Lembro-me que chovia desalmadamente e estava escuro como breu. Na televisão passava uma série de dinossauros onde o bebé dava com uma frigideira na cabeça do pai e dizia: "Tu não és a mamã, tu não é a mamã!!"

Depois deste dia nunca mais esta mãe teve sossego e estou mesmo desconfiada que nunca terei, até ao fim da vida! Mas não importa porque tenho um filho lindo, meigo, brincalhão e que é muito meu amigo....desde que não lhe peça para arrumar, claro está! Parabéns meu filho! Espero que sejas muito feliz e que tenhas sempre muita saude até ao fim dos teus dias...

 

Um beijinho muito, muito, muito, mas mesmo muito grande para ti

 

 

 


sinto-me: mamã

publicado por magnolia às 09:13
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Falta de ti


imagem retirada da net


 


Olho o céu, as flores e o mar


E nada é mais belo que tu, amor


Olho os passaros e ouço-os cantar


E nada é mais belo que tu, amor...


 


E nada é mais belo que tu,amor


Nem rubis, safiras ou  diamantes


E nada é mais belo que tu, amor


E sem ti nada será como antes...


 


Sinto tanto a tua falta, amor


De ver os teus olhos brilhantes


Sinto tanto a tua falta, amor


E de sermos eternos amantes...


 


E de sermos eternos amantes


Sinto tanto a tua falta, amor


Dos teus beijos inebriantes


Sinto tanto a tua falta, amor...


 


Volta para mim agora, amor


Que sem ti eu não sou nada


Volta para mim agora, amor


Assim estou perdida, cansada...


 


Assim estou perdida, cansada


Volta para mim agora, amor


Não me deixes só, abandonada


Volta para mim agora, meu amor...


 


tags: ,

publicado por magnolia às 00:15
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Estrela Guia


imagem retirada da net


 


Uma luz suave desceu sobre mim e envolveu-me de uma forma inesperada. Fechei os olhos e senti a suavidade da seda no rosto e uma paz no coração como nunca tinha sentido antes. Deixei-me embalar pela melodia que parecia ser tocada por anjos e todos os maus pensamentos desapareceram. Estava em paz.


Não sei quanto tempo estive assim, talvez um segundo, talvez umas horas, não sei. Sei que quando saí daquele torpor, pensando que deveria ter passado pelo sono, vi aquela luz subir acima da minha cabeça e uma força irresistível impeliu-me a segui-la. Não tinha sido um sonho afinal.


Atravessei ruas e travessas, sempre seguindo aquela estrela, subi montes e atravessei rios. Não sei quanto tempo caminhei. Tive tempo de pensar que era uma alucinação e deveria estar maluca seguindo uma estrela por montes e vales. Já nem sequer sabia onde estava. No entanto a mesma força continuava a fazer-me andar, sem sequer sentir cansaço algum. Estava frio, mas não o sentia, apenas via o vapor que saia da minha boca. Tinha deixado tudo para trás, casaco, carteira, tudo. Há quanto tempo estaria a caminhar? A paisagem ia mudando, vi pessoas nas bermas das ruas que me olhavam desconfiadas, os gatos seguiam-me durante um pedaço de caminho. Será que também viam a minha estrela? Não viam, sei-o agora. Estavam era espantados com uma mulher que seguia algo que não viam, sem casaco, e sapatos de salto alto em pleno Inverno…


Finalmente a estrela parou. Ficou ali, a pairar sobre algo que eu não via. O seu brilho foi aumentado gradualmente à medida que me aproximava dela. Foi descendo devagarinho, até que ficou a pairar tão baixinho que quase tocava no chão. Aproximei-me a medo. Estava no meio de um pinhal. O cheiro intenso a resina entrava-me pelas narinas e os pequenos ramos partiam-se, estalando debaixo dos meus pés. A claridade era tão intensa que me obrigava a semi-cerrar os olhos. Aos poucos fui-me habituando àquela luz, e pude então aperceber-me do que me rodeava. Já era de noite, a escuridão envolvia-me a mim e à minha estrela. As árvores balançavam com o vento frio do norte e a vegetação rasteira fazia-me cócegas nas pernas. Os pássaros estavam calados, já recolhidos para a noite. Nada perturbava o silêncio da noite. Eu cismava no motivo que me trouxera ali. Seguira uma estrela. Estaria louca? Onde estaria? Não fazia a mínima ideia.


Foi mais ou menos nesta altura que as minhas reflexões foram interrompidas por um choro de criança pequena. Ouvi com mais atenção e lá estava o choro de novo. Esforcei a vista e pude perceber algo encostado a um pinheiro manso. Era uma alcofa. Mal acreditando, corri para lá e o meu coração deu um pulo. Um bebé pequenino, quase recém-nascido estava ali, envolto em mantinhas azuis e fazendo beicinho, numa tentativa de choro. Meu deus! Que faria ali um bebé no meio do bosque? Olhei para a estrela e a sua luz estava agora mais intensa que nunca. Peguei na criança e vi que estava bem, mas com fome. A sua boquinha reclamava o peito de uma mãe. Infelizmente isso não poderia dar-lhe. Mil perguntas enchiam a minha cabeça mas agora não teria tempo de as responder. Precisava urgentemente de encontrar alguém, uma casa aquecida, um hospital, não importava, precisava era de encontrar algo para dar de comer ao bebé. Olhei a estrela que continuava a pairar em cima de mim e mudamente lhe pedi que me guiasse novamente. Como se me tivesse ouvido começou a avançar lentamente. Eu segui-a o mais depressa que pude, levando num braço o menino e na outra a alcofa. Algum tempo depois avistei uma casa onde podia ver uma janela com luzes acesas lá dentro. Olhei a estrela em sinal de agradecimento, mas ela não esperou, subiu lentamente ao céu, misturando-se com as outras estrelas suas irmãs.


- Obrigada, Estrela Guia. - E sorri.


Hoje esse menino é meu filho. Nunca se descobriu quem o deixou naquele bosque. Nunca ninguém o reclamou. Não importa, é meu e não deixarei nunca que nada de mal lhe aconteça.


A estrela? Essa nunca mais a vi, ou melhor, devo ter visto, mas no meio de tantas que povoam o céu, não sou capaz de a distinguir. Se calhar nem houve estrela nenhuma, pelo menos ninguém acreditou na minha história1 Não importa. Eu sei o que vi, sei o que senti, sei o presente que me trouxe. Foi um milagre, gosto de pensar. O meu milagre. O milagre que me trouxe o meu filho querido. E isso, por muito tempo que passe, ninguém me pode tirar…


 


 


Texto de ficção para a "Fábrica das Histórias"Autora: Cláudia Moreira


 



 




publicado por magnolia às 12:25
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Coisas dele

imagem da net

 

 

 

Voltamos às noites a estudar, à proibição de usar o pc durante a semana, à cara de eu-sou-o-rapaz-mais-infeliz-do-mundo…

 

 


sinto-me: apreensiva

publicado por magnolia às 10:43
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Algo que não tive

 



imagem da net


 


 


 


Sinto saudades de algo que não tive


Da tua mão que nunca me tocou


Da tua boca suave que nunca me beijou


 


Sinto saudades de algo que não tive


Das palavras que nunca me disseste


Dos carinhos que nunca me fizeste


 


Sinto saudades de algo que não tive


De ti, do teu corpo que nunca me sentiu


Da tua boca que nunca me sorriu


 


Sinto saudades de algo que não tive


Do cheiro da tua pele cálida e branca


Que de mim mil desejos arranca


 


Sinto saudades de algo que não tive


De amar longamente o teu corpo macio


Deslizando  sobre ele como um rio


 


Sinto saudades de algo que não tive


Algo que não tive mas que sempre quis


Algo tão simples como fazer-te feliz....


 


 


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publicado por magnolia às 01:01
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Doze desejos


imagem da net


 







12, 11, 10, 9, 8... a contagem avançava demasiado depressa. Nem teria tempo de pedir os desejos. 7, 6, 5, 4....”quero mudar de emprego, quero ter uma casa minha”  3,2,1! Feliz ano novo! As pessoas à sua volta gritavam, riam, brindavam.


“quero ser feliz”- foi o seu pensamento derradeiro na ultima badalada da meia noite que anunciou o novo ano.


E queria mesmo. Estava infeliz, demasiado. Preso num casamento de conveniência, num emprego de que não gostava, a viver numa cidade deprimente.


Fechou os olhos e no momento seguinte os 12 desejos surgiram na sua cabeça como se sempre lá tivessem estado.


- sair de casa


- despedir-se


- mudar de cidade


- estudar de novo


- encontrar a mulher especial da sua vida


- fazer uma longa viagem


- passar mais tempo com os seus pais


- rever os amigos de quem se afastou


- ter força para enfrentar a vida com alegria


- amar e ser amado verdadeiramente


- fazer algo pelos outros


- aprender a ser feliz


 Era tudo tão evidente. Bastava pegar nas rédeas da sua vida e alterar o curso dos acontecimentos. Fazer algo por si próprio. Já era tempo de mais a viver uma vida de mentira. De repente sentiu-se tão oprimido com a ideia de não ser capaz que até lhe doeu o peito. Levantou-se, e ainda não tinham passado cinco minutos da meia-noite quando anunciou em voz alta que se iria embora. Todos os convidados que estavam lá em casa a passar a meia-noite se viraram surpreendidos. A mulher olhou-o, melhor, fulminou-o com o olhar.


- É verdade. Vou embora de casa e do emprego. Vou ser feliz.


Ninguém queria acreditar que um homem bem casado e director numa empresa de sucesso estivesse a falar a sério. Creio mesmo que só a mulher acreditou que era real aquela cena e não efeito do champanhe da meia-noite. Ela sabia que ele não era feliz, há muito que o sabia. Só não esperava que o fizesse num momento como aquele, e ainda por cima com tantos desconhecidos em casa.


Mas ele não se riu. Olhou a sala cheia de gente que nada lhe dizia, a maioria clientes da empresa e família afastada da mulher, olhou uma ultima vez e virou costas.


No ano seguinte à meia-noite, ele estava sentada muito tranquilo numa sala aquecida por uma lareira crepitante. Na mão uma taça de champanhe e na outra a mão da mulher da sua vida. Encontrara-a no aeroporto, quando rumava a África em missão da cruz vermelha. Depois, juntos, escolheram Nova York para fixar residência. E agora viviam os dois, num pequeno apartamento nos subúrbios. Vivam juntos há seis meses e eram felizes. Não tinham dinheiro, nem posição social, mas tinham-se um ao outro, faziam o que gostavam de fazer e tinham amigos sinceros. A missão em África ensinara-os o valor das coisas, o valor da ajuda, valor da amizade, o valor da paz.


Ele suspirou um suspiro profundo e cheio de significado e disse:


- Feliz ano novo, mulher da minha vida!


 


Texto de ficção para a "Fábrica das histórias",


Autora: Cláudia Moreira


 


 


 


 


 


 


 


 




















 





 



publicado por magnolia às 15:41
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Cláudia Moreira

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