Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
12 d*e*s*e*j*o*s

 

Isto era para ser uma lista de promessas para 2011! Uma dessas listas quase obrigatórias que se fazem todos os anos com promessas bem intencionadas e que depois ninguém cumpre porque aí pelo dia 15 de Janeiro já a rotina se instalou e toda a euforia das festas ficou para trás... Em vez disso vou fazer uma coisa completamente nova (not)!! Andei a pensar e vou pedir os 12 desejos da meia-noite agora! Sim, sim, agora! Assim fica já a coisa feita e não tenho que esperar pela meia-noite. A bem dizer também não adianta nada esperar pela meia-noite porque na hora das 12 badaladas, na pressa de começar a contagem das badaladas, de subir à cadeira, de comer as passas uma a uma não consigo pensar em desejo nenhum! A única coisa que penso é como me livrar da maravilhosa (not!!) massa pastosa que fica na boca depois das passas e em como hei-de conseguir festejar com todos ao mesmo tempo! Por isso cá vai! Desejos:

 

Desejo *1* Paz para os meus e para mim!

Desejo *2* Saúde para os meus e para mim!

Desejo *3* Arranjar um novo part-time, de preferência na área de formação!

Desejo *4* Resolver a bem um assunto que não vou nomear!

Desejo *5* Voltar a Santiago no primeiro trimestre!

Desejo *6* Visitar Madrid e / ou Hamburgo!

Desejo *7* Que o país consiga ultrapassar esta crise sem fazer grandes estragos!

Desejo *8* Alegria de viver, não só para mim, mas para todos! 

Desejo *9* E paz...

Desejo *10* E saúde...

Desejo *11* E muita paz e saúde...

Desejo *12* E muita, muita paz e muita, muita saúde e força e sorrisos para enfrentar a vida...

 

E pronto. Era só isto:)



publicado por magnolia às 11:35
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010
Feliz Ano Novo!!!


sinto-me: :)
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publicado por magnolia às 16:50
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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010
História de Vida *

  

Era dia da ceia de Natal e a chegada dos irmãos estava prevista para aquele dia. O P. e o D., os dois irmãos deficientes do L. Um mais profundo que outro, mas ambos incapazes de se tratarem sozinhos. Incapazes de comerem sozinhos, de se lavarem sozinhos, de se vestirem sozinhos. Quando chegassem, seria esse o seu primeiro serviço, tratar deles. Tirar-lhes-ia a roupa e na banheira faria os possiveis por que ficassem lavados.

 

Deppois disso a ceia. O bacalhau, uma oferta, já estava a demolhar e era preciso ainda descascar as batatas. Havia também um bolo-rei que adornaria a mesa. Oferta. Depois de tudo cozido ele mesmo iria servir os irmãos e a mãe.

 

A mãe estava na cama. A idade avançada e o muito peso deixavam-na prostrada. A doença também. Doença essa que, sem grandes margens para dúvidas, não era apenas doença própria da muita idade e do muito peso, mas sim indisposições que se compram em garrafas de vidro em qualquer tasca de aldeia.

 

Não haveria nenhum presente para abrir. Nenhum chocolate para comer. Nem haveriam conversas longas à mesa, entre risos e frutos secos. Não haveria mais do que o prato das batatas com o bacalhau e uma fatia do bolo-rei da caridade. E o frio. Depois seria hora de colocar o pijama aos irmãos e deitá-los na cama. Depois seria hora de dormir como todos os dias.

 

No dia seguinte, manhã ainda e enquanto ainda não houvessem tentações, a mãe iria ajudá-lo com o farrapo velho. Depois viriam os outros irmãos, uns mais velhos e outros mais novos. A familia, grande, espalhada pela terra, desunidos pela pobreza, unidos pelo sangue. No resto do tempo, a solidão amarga. Depois iriam todos embora e ele teria novamente que tratar dos irmãos, da mãe e da casa.

 

A pobreza. A pobreza extrema. A falta de dinheiro. A falta de carinho. A falta de atenção. A falta de ajuda. A falta de tudo. Pobreza de espirito também.

 

L. tem um peso enorme nas costas mas nasceu com um coração muito grande, capaz de ultrapassar a grave deficiência intelectual com que nasceu.  L. é uma pessoa marcada pela vida mas traz quase sempre estampado no rosto um sorriso aberto e sincero.

 

Quando estou de mal com a vida penso nele. É uma lição de vida.

 

 

 * História real que me foi contada na primeira pessoa.

 



publicado por magnolia às 18:41
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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010
Sim? Não? Talvez?

 

 Está tudo aqui: Fnac 


sinto-me: ?

publicado por magnolia às 14:57
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Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010
Joy to the world!

 

 

 


sinto-me: :)
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publicado por magnolia às 00:41
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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010
Adivinhem...

... quem me veio ver hoje de manhã muito cedinho...:)

 

 

 

 

Foi de manhã que ouvi a campainha tocar. Olhei para o relógio e ainda não eram sequer 8h15. Quem seria aquela hora tão matutina? Vesti um robe à pressa e fui abrir a porta, despenteada e cheia de sono. Foi então que o vi, todo vestidinho de vermelho, de barbas branquinhas vindo directamente de Lisboa:)))))

 

Foi uma maravilhosa surpresa e gostei tanto, tanto, mas tanto que o trouxe comigo e tenho estado todo o dia a olhar para ele:)))



Obrigada Raquel♥


sinto-me: :)

publicado por magnolia às 15:26
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Boas Festas!!!! :))

 

 

Feliz Natal e um excelente ano de 2011 são os meus votos mais sinceros!
Gostava que este Natal as pessoas esquecessem os problemas e as desavenças nem que fosse só por um bocadinho e sorrissem, sorrissem muito, muito, o melhor sorriso de sempre! Os sorrisos adoçam a alma, tornam-nos mais bonitos, mais brilhantes, mais humanos. Aqui vai... um largo sorriso para cada um de vós que me lê:))))))
Boas festas!!

sinto-me: :)
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publicado por magnolia às 09:26
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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
Crianças, Natal e os Divs.

 Imagem retirada da net

 

É talvez esta a época do ano que mais faz sofrer quem tem filhos e ao mesmo tempo carrega no BI o estado civil de DIV. Pais e filhos sofrem com as ausências forçadas de uma das partes destes triângulos familiares. O progenitor que fica sem os filhos na noite de Natal e sofre. E muito. talvez passe a noite toda olhando para o lugar vazio reservado aos filhos. Talvez chore olhando para as prendas, compradas com esmero, por abrir debaixo da árvore de Natal. As crianças sofrem porque só podem estar com um dos pais e nem sequer podem escolher. Ou ainda bem que não podem escolher, porque seria uma escolha demasiado dolorosa. Fica um vazio, uma dor e um amargo na boca de todos. Valha-nos as prendas em duplicado para atenuar a saudade e arrancar sorrisos às crianças. Avós, tios e amigos esforçam-se por amenizar esta falta e cobrem a crianças de mimos e presentes. Talvez até demais. 

 

É apenas uma noite, mas é uma noite especial. É nesta noite que mais queremos ter quem amamos por perto. E não há no mundo amor maior do que o amor aos filhos. E mesmo sabendo que se este ano não é a nossa vez no ano seguinte será, custa na mesma. Dói na mesma. Magoa na mesma.

 

Pela minha parte não tive ainda que passar por isso. Há seis anos que mudei o meu estado civil para div e ainda não passei nenhum Natal sem eles. Não sei como seria um Natal sozinha, sem ter o amor e o carinho dos meus meninos, sem a sua presença, sem os seus sorrisos. Não é imposição minha nem escolha dos meus filhos. Nem importa o porquê. Só  queria que fosse assim para sempre, por muito egoísta que vos pareça. Mesmo assim, tenho sempre um travo amargo na boca ao pensar que para eles, para os meus filhos, não deve ser nada fácil não terem o pai por perto na noite de Natal...  

 

Culpa minha? Talvez tenha alguma, mas eu não podia adivinhar quando tive filhos que as coisas não seriam o conto de fadas que eu gostaria que tivesse sido.


sinto-me: :(

publicado por magnolia às 11:14
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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010
Uma coisa que eu gostava muito.

 

Imagem retirada da net

 

 

Uma coisa que eu gostava muito era de conseguir dizer coisas muito inteligentes aqui na blogoesfera. Ter sempre opiniões vincadas. E convicções. Gostava muito de ter convicções.

 

Em vez disso sou uma ilustre desconhecida nesta aldeia virtual que escreve coisas que não têm interesse nenhum, nenhum, nenhum.  Não é um blog inteligente, não é um blog politico, não é  babyblog, não é um arte blog, não é um fashion blog, não é um book blog.

 

Vá, assim sendo não é coisa nenhuma. Nem carne nem peixe. Nem Verão nem Inverno. Nem branco nem preto.  

 

 

Conclusão: sou de opinião de que devo tentar dizer coisas inteligentes com mais convicção!


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 18:27
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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010
Marina - Carlos Ruiz Zafón

 

 

 

Marina. Eu já sabia que ia gostar antes mesmo de pegar no livro. Adoro a escrita simples e por vezes poética deste autor. Gosto que descreva tão bem a cidade de Barcelona. Gosto da sua imaginação fértil. Gosto que a história de amor entre Marina e Óscar seja bastante diferente das habituais histórias de amor. Gosto do livro e pronto. Leiam-no, vá, não hesitem, não se vão arrepender! :)

 

 

 

 

Sinopse

Marina, tal como a obra que consagrou Zafón, é um romance mágico de memórias, escrito numa prosa ora poética ora irónica, assente numa mistura de géneros literários (entre o romance de aventuras e os contos góticos) e onde o passado e o presente se fundem de forma inigualável.

Classificado pela crítica como «macabro, fantástico e simultaneamente arrebatador», Marina propõe ao leitor uma reflexão continuada sobre os mistérios da condição humana através do relato alternado de três histórias de amor e morte.

Ambientada na cidade de Barcelona, a história decorre entre Setembro de 1979 e Maio de 1980 e depois em 1995 quando Óscar, o protagonista, recorda a força arrebatadora do primeiro amor e as aventuras com Marina, recupera as anotações do seu diário pessoal e revisita os locais da sua juventude.

«Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim.»




sinto-me: .

publicado por magnolia às 12:47
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Cláudia Moreira

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