Falar sobre tudo e mais alguma coisa
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Happy Halloween!!

 

 

 

 

 

Happy Halloween para todos!! No meu tempo de miúda nunca tinha ouvido falar desta celebração, agora que a importamos dos States, todos festejam!

A minha bruxinha mais as amiguinhas bruxinhas, vão logo à pelas casas da aldeia vestidas a rigor, de cestinha na mão, dizendo ainda mais a rigor:

- Doçura ou travessura!!

 

Espero que se divirtam!

Será que se eu for também me dão uns docinhos?

 

 História breve do dia das bruxas:

 

História do Dia das Bruxas

A
história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de Outubro), os espíritos saíam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objectos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a
Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objectivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de Novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de Outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.


sinto-me: buuuuuu

publicado por magnolia às 11:55
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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
Eu hoje vesti rosa pelo cancro da mama e...

…por todas as mulheres que já sofreram, que sofrem e que infelizmente ainda vão sofrer. Para que todas as mulheres se lembrem que tem que fazer o rastreio atempadamente. Para que toda a gente sensibilize as mulheres próximas de si para a importância do rastreio. Para que todas as mulheres recebam tratamento condigno. Para que todas as mulheres sintam que vale sempre a pena lutar contra esta doença. Para que nenhuma delas se sinta só.

 

A minha mãe teve cancro do útero, felizmente está bem, mas ficou com muitas sequelas dos tratamentos. Sofreu muitíssimo, mas felizmente está viva e de saúde. Descobriu a tempo.

 

Este fim-de-semana descobri que uma amiga de apenas trinta e quatro anos venceu a doença, cancro da mama, há apenas quatro anos. Descobriu a tempo.

 

Para que hajam muitíssimos mais casos destes, vamos todas estar atentas aos sinais, fazer as consultas de rotina e espalhar a palavra…

 


sinto-me: solidária

publicado por magnolia às 15:50
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Pensamentos encadeados

imagem retirada da net

 

Quando disse à minha filha que no próximo fim-de-semana vou a Lisboa e acrescentei a palavra sozinha, ficou com uma trombinha de elefante! Que foi Ana? Nada. Que foi Ana? Nada. Nada e estás com essa cara? Nunca me levas contigo. Eu só fui uma vez a Lisboa! Ela já foi mais vezes a Lisboa, já foi a quase todo o lado que eu fui. Só não a levei a Londres, porque era a minha primeira viagem. Aos trinta e três anos nunca tinha andado de avião. Fomos fazer uma viagem de irmãs, era portanto uma viagem de adultos. Mas ela amuou e só ficou mais animada quando lhe disse que íamos à Serra da Estrela em Dezembro e que, se tudo correr bem, vamos juntar dinheiro para viajar para uma cidade da Europa no próximo ano. Ela pensou logo em Paris! Sim, porque ela tem uma fixação qualquer por Paris! Os planos dela são sair de casa aí pelos vinte anos e ir estudar em Paris! Já diz isso há muito tempo! Eu rio-me e não acredito, pelo menos para já não quero acreditar que possa ser verdade! Isto leva-me sempre ao mesmo pensamento: também gostaria ainda de conhecer mundo, de viver noutros lugares, de conhecer outras culturas. E tantas e tantas vezes que dou comigo a pensar que já não terei tempo para fazer tudo o que gostaria de fazer… Os anos passam, vou ficando mais velha, vou tendo mais responsabilidade, mais raízes aqui. Há tanto por fazer, sítios diferentes onde morar, tantas peças de teatro para ver, tantos livros que vão ficar por ler… custa-me conformar-me que estou a envelhecer e que o tempo se esgota a cada instante. Que tudo o que não fiz ficará por fazer e tudo que penso fazer mas não puder fazer ficará por fazer. Custa-me pensar que cabem mais sonhos na minha cabeça do que aqueles que algum dia poderei realizar.

Creio que estou mesmo a envelhecer. Ninguém jovem pensa nestas coisas. Afinal os cabelos brancos que aqui e ali teimam em aparecer estão a aparecer na altura certa. E estas dores nas costas que sinto e o cansaço que me moí o corpo não são apenas do trabalho intenso. Não foi a natureza que se enganou. Estou mesmo a envelhecer de corpo e alma… mesmo que me custe a acreditar…

 

 

 


sinto-me: pensativa

publicado por magnolia às 12:17
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
Sessenta e uma caixinhas de chocolate...


imagem retirada da net


 


 


Ela ouviu bater à porta e correu até lá na esperança de descobrir à porta a sua amiga de infância que viria visita-la por esses dias. Mas não era, aliás, não viu ninguém.


- Humm…estranho…


Já ia a fechar a porta quando viu no chão em cima do tapete que diz bem-vindo, uma caixa com um laçarote vermelho. Pegou nela e com a testa franzida e muitas perguntas na cabeça abriu-a. Dentro da caixa descobriu uma caixa de chocolates suíços, precisamente os seus favoritos! Sorriu assim um sorriso imenso, como uma flor que se abre ao sol. E no entanto… estava mesmo curiosa de saber quem a teria presenteado… abriu a caixa, comeu um e com um encolher de ombros, guardou-a.


No dia seguinte estava no banho quando lhe bateram novamente à porta. Saiu da banheira a pingar agua, enrolou-se numa tolha, quase caía no chão molhado da casa de banho e correu para a porta. Ninguém.


- Mau. Já não estou a achar graça nenhuma. – Olhou para baixo e lá estava, mais uma caixa com o mesmo papel de embrulho e o mesmo laçarote.


- Mau, mau. Mas quem será esta pessoa tão misteriosa!!??? – Agora ela estava mesmo intrigada. E chateada e com frio! Voltou rapidamente para o banho mas não conseguia deixar de pensar naquilo. Ela gostava muito de livros de mistério, mas não achava graça nenhuma a mistérios na sua vida. E aquilo não lhe saia da cabeça e no dia seguinte quando chegou mais uma caixa ainda pensava nisso e durante um mês todos os dias uma nova caixa era depositada em cima do tapete a dizer bem-vindo.


Foi só no trigésimo primeiro dia que se fez alguma luz sobre o mistério. Dentro da caixa vinha também uma rosa e um bilhete. No bilhete podia ler-se uma linda declaração de amor:


 


Minha querida,


 


Foram precisos trintas dias para ter coragem de juntar aos chocolates estas palavras. Tive sempre medo…medo que te risses de mim, medo que não me levasses a sério, medo... medo de nunca mais te ver. És tão especial minha adorada Ana. És a mulher mais bela que já vi em toda a minha vida. És a mulher mais bondosa que já conheci. És a mulher mais corajosa de que já ouvi falar. És aquela que eu amo desde sempre e para sempre amarei…


 


                                                                         Para sempre teu…


 


 


Não vinha assinado!!! Era o cúmulo! Estava indignada! Tinha alguém que gostava dela e não se identificava? Ela que estava sozinha há tanto tempo? Quem era esse homem que tinha medo de se mostrar?


Durante os vinte e nove dias seguintes recebeu vinte e nove caixas de chocolates, com vinte e nova rosas e vinte e nove bilhetes de amor…


A indignação deu lugar a um sorriso, o sorriso deu lugar a muitos sorrisos, e os muitos sorrisos deram lugar a ansiedade pelo dia seguinte até chegar mais uma caixinha. Sentia-se apaixonada por um ser sem rosto, sem corpo, uma pessoa que através da leitura dos bilhetes sentia ser uma pessoa maravilhosa e sentia o imenso amor que tinha por ela. E foi depois de sessenta dias que finalmente chegou o convite para jantar. Vinha com uma caixa especial de bombons em forma de coração. Vinha acompanhada por uma rosa vermelha tão bela que parecia veludo e trazia o convite para jantar no restaurante mais romântico da cidade na noite seguinte. Ana sentiu o coração disparar! Mil pensamentos atropelaram-se na sua cabeça sobre o que vestir, como agir, quem seria que iria encontrar…


Eram quase oito horas quando chegou ao restaurante. Levava um vestido preto curto, sapatos de salto alto e apesar do Outono, um casaquinho ligeiro completava o conjunto. Estava maravilhosa! Chegou ao restaurante e disse o seu nome. Levaram-na através do restaurante até uma mesa que ficava mais ao fundo do restaurante, uma mesa que dava para um terraço virado ao mar, cortinas de organza dançavam suavemente com a brisa da noite e duas velas ardiam na mesa junto a uma rosa vermelha. E quando ela chegou quem se ergueu para a receber foi o seu colega de trabalho de tantos anos, o seu companheiro e melhor amigo, Jorge. Ela ficou atordoada por um momento, quase sem respirar, pensou em tudo o que passaram juntos, em todas as conversas que tiveram, pensou nos chocolates, pensou nos bilhetes, pensou que não sabia o que dizer… Jorge agarrou na mão dela, beijou-a e fez com que se sentasse, sempre a olha-la nos olhos. Ainda não tinham passado dois minutos quando Ana compreendeu que já o amava também, que aquilo era mesmo a realização dos seus sonhos. Amava o seu melhor amigo e o seu melhor amigo amava-a a ela. Nada poderia ser mais perfeito: o amor e amizade de mãos dadas para toda a vida!


 


 



 (texto de ficção escrito por mim para a Fábrica de Histórias)


 



publicado por magnolia às 12:17
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Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Casa do Regaço

 

Ontem fomos visitar os meninos da Casa do Regaço. Levamos muitas roupas e sapatos que já não servem. Em vez de dar a pessoas que por vezes não aproveitam ou pôr no contentor para Africa sem saber se as roupas chegam ao destino, tenho levado tudo para lá.

Levei os meus filhos propositadamente para que se apercebam que há crianças que não tem a sorte de ter uma família que as ama, que toma conta delas, que as protege e que eles às vezes amuam por coisas absolutamente parvas, comparadas com as tristezas que estes meninos e meninas devem sentir.

Conheci a Casa do Regaço através de uma amiga que trabalha lá com as crianças. Ela esteve a mostrar-me a casa e fiquei rendida com tudo o que vi. Tudo muito bonito, muito limpo e arranjado. Os quartinhos muito mimosinhos, com uma decoração moderna, colorida, acolhedora.

Tenho que deixar aqui em publico uma palavra de apreço para todas as pessoas que trabalham lá e que mais do que trabalho fazem daquilo a sua vida. Educam, mimam, protegem, amam aquelas crianças. Tratam delas como se fossem suas. Sofrem com as suas tristezas, riem com as suas alegrias e ficam felizes com as suas conquistas. Estamos a falar de crianças que foram retiradas aos pais por maus-tratos, por abandono, por negligência. Estamos a falar de bebés, de meninos e meninas desde a idade mais tenra até aos dezoito anos.

Quando lá cheguei fui tão bem recebida, duas meninas vieram a correr para pedir colinho. Tive que me revezar para poder dar colo às duas pequenitas, a Ana também brincou com eles e um menino de mais ou menos seis anos agarrou na mão do André e não o largou mais até sairmos de lá.

Também contam lá com os voluntários, pessoas que se oferecem para ajudar nas mais diversas tarefas, seja a dar a sopa, a dar o banho ou simplesmente a brincar com os meninos. Vi lá várias pessoas, mas confesso que o que mais me deixou sensibilizada foi um miúdo da idade do André, que já faz voluntariado há muito tempo. Nunca me passou pela cabeça que um miúdo assim preferisse estar lá do que estar em casa de volta das coisas próprias da idade ou a sair com os amigos.

Por tudo isto, se alguém de perto me ler, ajude a casa do regaço. Ajudar nunca é demais.

 

 

Podem ver fotos aqui.

 

 

 


sinto-me: triste mas afortunada

publicado por magnolia às 11:48
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Sábado, 25 de Outubro de 2008
Era uma vez uma mãe que “perguntava e respondia"

pedi gentilmente à Jo e ela deixou-me usar!! :)

 

Ontem fomos ao outlet comprar roupa para o André. Ele precisa de roupa continuamente, parece que todas as noites ele leva uma injecção de crescimento! Ele cresce e cresce e cresce e a roupa não! Acabamos por comprar para a piolha também porque “mãe, este lenço é tão giro!”, “mamã posso levar esta saiinha?” e pronto, qual é a mãe que resiste a uns olhinhos docinhos?

Na vinda aproveitei para conversar um pouco com os miúdos…mas o resultado foi este:

 

- André? Tu não tens frio?

- É claro que tens frio, impossível não teres frio!!

- Já apontaste os testes no calendário como te pedi?

- Claro que não! Tens que escrever que eu quero saber quando são! Ouviste André?

- Estás a trocar mensagens?

- Pois claro que estas a trocar mensagens, o telemóvel já é uma extensão do teu braço, certo?

- Certo! Tu não o largas!!

- Blá, blá, blá, blá…

- Blá, blá, blá…

 

E de repente o André fez-se ouvir:

- Mãe!!! Estás ai há cinco minutos a fazer perguntas e a responder tu própria!!!! (como quem diz: dahhh!!)

Bem, eu desmanchei-me a rir porque efectivamente ele não abriu a boca o tempo todo e eu fartei-me de falar, fazer perguntas, mudar de assunto…

 

Estou mesmo cansada. Preciso de uma pausa ou corro o sério risco de me tornar uma chata e eu não quero. Eu não sou de falar muito, mas quando fico cansada e nervosa tenho tendência para falar mais ou para não falar nada! Do género oito ou oitenta. E ontem foi o exemplo disso, como me sinto muito cansada e sei que não estou a conseguir fazer tudo o que preciso e tenho medo de também não estar a cumprir com todas as minhas obrigações para com eles comecei a fazer perguntas sobre a escola, os amigos, os afazeres etc. Eles estavam entretidos na vida deles – o André a trocar mensagens com as amigas e a Ana a jogar no meu telemóvel – e eu a fazer conversa à qual eles não estavam a ligar nenhuma!!! Mas o que é grave é que eu só dei conta que estive ali no blá blá blá quando o André me disse aquilo com um ar de gozo/admoestação!

E pronto, gargalhamos até casa com a história da mãe que “pergunta e responde”!

 

 

 


sinto-me: mae cansada!!!

publicado por magnolia às 11:00
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
O vazio que eu sinto...


imagem retirada da net


 



Sinto um vazio cá dentro de mim



E não sei como o hei-de preencher


Não sei que pensar ou o que fazer


Para deixar de me sentir assim…


 


Sinto falta de vida na minha vida


Queria sentir a alma a explodir


Queria ter um rumo para onde ir


Para não me sentir assim perdida…


 


Sinto que muito mais poderia dar


Abrir as portas do meu coração


Assim fico sempre com a sensação


Que vou morrer sem voltar a amar…


 


Sinto tanto e tão profundamente


Tantas e tantas coisas que quis


Que muito quis ter e ser, ser feliz


E nunca o fui completamente…


 


Sinto falta de ser algo que não sou


Queria amar muito e ser amada


E no vazio não estar aprisionada


Sem saber onde fui, para onde vou…


 


Sinto em certos dias tristes a solidão


Que vem pé ante pé p´rá minha beira


Que em mim se envolve fria, matreira


Espalhando em mim desolação…


 


Sinto falta do amor, de um carinho


Falta de um terno abraço, dum beijo


Saber de um rumo é meu desejo


Descobrir qual é o meu caminho…


 





 



 


 



publicado por magnolia às 17:05
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Como um Rio Invisivel - Antonio Loja

Como um Rio Invisivel

 

Antonio Loja

 

 

 

Acabei ontem de ler este livro chamado "Como um Rio Invisível" de um autor português, Professor de História Madeirense chamado António Loja. Gostei de ler em português, num estilo diferente do habitual dos nossos nomes mais conhecidos como José Rodrigues dos Santos, mas nem por isso menos interessante. Só não gostei muito da forma como os diálogos estão escritos...mas isso...são gostos pessoais. Seja como for, é sempre bom ler em Português!!

 

 

 

 


sinto-me: leitora

publicado por magnolia às 11:26
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Olhem que lindos!!

Olhem que prémio tão lindinho que eu recebi da mamie e de mais algumas meninas que não citaram nomes, mas que eu senti que estava lá incluida não são lindos? Ora digam que não se forem capazes!!!

 

 

 

 

E agora vou dá-lo a alguns meninos e meninas em numero de sete, que é o que manda o desafio ...

 

Mamie em blog

Mamaepedro

Veronik@

Uma familia

Gotinhas de luz

Diario de uma divorciada

Joanina

 

 

...e a todos os outros que não mencionei mas que eles sabem muito bem que passo lá todos os dias:)

 


sinto-me: premiada
tags: ,

publicado por magnolia às 15:53
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008
Os meus filhos vão ter um irmão que não é meu filho!!

imagem retirada da net

 

Pois é, o pai deles vai ter um filho, e portanto os meus filhos vão ter um irmão ou irmã, que por acaso vai nascer por volta do aniversário da Ana. Ele não ligou grande coisa, penso que ficou contente, mas quando lhe perguntei sobre o assunto respondeu que ainda não tinha pensado nisso, acompanhado de um encolher de ombros. Ela teve uma reacção que me fez rir! Primeiro ficou surpresa e veio esconder-se em mim com cara de poucos amigos e depois de pensar duas vezes é que ficou contente! Ainda não fala muito nisso porque a gravidez ainda não é evidente, mas sei que esta ansiosa e cheia de vontade de brincar com o novo “nenuco”!

Eu fiquei contente por eles, mas apreensiva pelos meus. Se ele já era um pouco desprendido dos filhos agora vai piorar… no entanto espero que ele consiga ser para este bebe algo que nunca foi para os nossos filhos, espero que a idade lhe tenha trazido maturidade para enfrentar a paternidade de outra forma.

 

Eu há muito que decidi que pela minha parte eles não terão mais irmãos. Mesmo que algum dia refaça a minha vida com alguém não terei mais filhos. Não posso pensar em ter filhos que sejam de pais diferentes. Há quem me diga que é uma atitude egoísta eu não acho, por varias razoes. Imagino que depois pode não dar certo e fico com filhos que vão fins-de-semana para pais diferentes, casas diferentes, famílias diferentes. Se por acaso a pessoa com quem refizesse a vida tivesse mais possibilidades financeiras iria querer dar uma vida diferente a esse filho, seja a nível de educação, viagens, roupas e está fora de questão eu admitir diferenças entre os meus filhos. E poderia ainda enumerar mais algumas mas penso que estas já são razões mais que suficientes para apoiar a minha decisão.

 

Agora lá para princípio de Junho do ano que vem os meus filhos terão um novo membro na família, por consequência eu também, e nem sei que titulo tenho eu em relação a esta criança… Eu já disse ao meu ex. que sou tia do bebé! A A. (mulher do meu ex.) está feliz porque é o primeiro filho e eu já a felicitei e expressei o meu desejo que tudo corra bem. E eles também já sabem que podem contar comigo, afinal, creio que mesmo no meio desta confusão que são as famílias modernas eu acho que temos uma boa relação entre todos. E vai saber bem tornar a pegar num bebe recém-nascido:)

 

 

 


sinto-me: Tia? nem sei bem!!

publicado por magnolia às 11:43
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...e mais ainda...
Cláudia Moreira

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